ANÁLISE FACIAL

01
CAPTAMOS
INFORMAÇÕES
02
TRANSMITIMOS INFORMAÇÕES MESMO SEM QUERER OU PERCEBER
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QUEM NOS OBSERVA TIRA CONCLUSÕES
04
ESSAS CONCLUSÕES INFLUENCIAM COMO SOMOS TRATADOS
Comer, respirar, perceber o mundo ao nosso redor: o rosto participa de tudo isso.
Ele reúne estruturas relacionadas aos sentidos, por meio das quais captamos imagens, sons, cheiros, sabores e sensações de toque.
São informações que nos ajudam a reconhecer e compreender o que acontece à nossa volta.
Mas o rosto não se limita a captar informações: ele também transmite informações sobre nós, mesmo sem querermos ou percebermos.
COM O ROSTO CAPTAMOS INFORMAÇÕES DO MUNDO AO NOSSO REDOR

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CAPTAMOS
INFORMAÇÕES
02
TRANSMITIMOS INFORMAÇÕES MESMO SEM QUERER OU PERCEBER
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QUEM NOS OBSERVA TIRA CONCLUSÕES
04
ESSAS CONCLUSÕES INFLUENCIAM COMO SOMOS TRATADOS
O ROSTO TAMBÉM TRANSMITE INFORMAÇÕES
MESMO SEM QUERER OU PERCEBER
Mesmo quando estamos com o rosto neutro, sem fazer nenhuma expressão de propósito nem reagindo espontaneamente a alguma coisa, ele tem a função de transmitir informações básicas sobre gênero, idade, estado de saúde e humor.
Antes mesmo de dizermos uma palavra ou fazermos qualquer expressão, nossa aparência já passa essas informações a quem nos observa.
A partir dessas informações, o observador faz inferências sociais (interpreta as pistas que nossa aparência oferece e tira conclusões sobre nossas características, intenções ou capacidades).


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CAPTAMOS
INFORMAÇÕES
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TRANSMITIMOS INFORMAÇÕES MESMO SEM QUERER OU PERCEBER
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QUEM NOS OBSERVA TIRA CONCLUSÕES
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ESSAS CONCLUSÕES INFLUENCIAM COMO SOMOS TRATADOS
Esse processo é rápido: em menos de um segundo, quem olha para o seu rosto já forma uma primeira impressão. Você parece confiável? Ameaçador? Parece bravo? Parece triste? Mais jovem ou mais velho? Saudável ou doente?
Essa leitura acontece de forma rápida e automática. Julgamos e somos julgados o tempo todo, muitas vezes sem perceber.
Ao longo da evolução humana, interpretar rapidamente os sinais no rosto de outra pessoa pode ter ajudado a reconhecer ameaças e possibilidades de aproximação.
Hoje, nossas relações são muito mais complexas, mas o rosto continua sendo uma das primeiras fontes de informação nos encontros pessoais, profissionais e sociais.
A impressão que você causa pode ser diferente de como você se vê — ou de como gostaria de ser visto.
E as conclusões que surgem dessa impressão podem influenciar a maneira como os outros se relacionam com você.
QUEM NOS OBSERVA TIRA CONCLUSÕES
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CAPTAMOS
INFORMAÇÕES
02
TRANSMITIMOS INFORMAÇÕES MESMO SEM QUERER OU PERCEBER
03
QUEM NOS OBSERVA TIRA CONCLUSÕES
04
ESSAS CONCLUSÕES INFLUENCIAM COMO SOMOS TRATADOS
ESSAS CONCLUSÕES INFLUENCIAM COMO SOMOS TRATADOS
A primeira impressão que o seu rosto causa pode levar as pessoas a tirarem conclusões precipitadas sobre quem você é, antes mesmo de conhecer sua personalidade, suas capacidades ou seu comportamento.
Se você tem cara de bravo, quem olha pode concluir que você é autoritário; se tem cara de cansado, que é desmotivado; e, se tem cara de mais jovem, que é inexperiente.
Essas conclusões influenciam a forma como as pessoas se relacionam com você — em uma entrevista de emprego, em uma reunião, em um primeiro encontro ou simplesmente no dia a dia.
Que impressão o seu rosto causa em quem olha para você, antes mesmo de você fazer qualquer expressão ou dizer uma palavra?
Ou, de um jeito bem mais direto:
Você tem cara de quê?

O QUE FAZER A RESPEITO ?

SE O ROSTO NÃO DER PISTAS EQUIVOCADAS, JÁ É UM BOM COMEÇO
Não podemos controlar as conclusões que os outros tiram sobre nós, mas podemos buscar coerência entre o que o rosto informa e aquilo que somos ou queremos informar.
COMO TRABALHAMOS
Primeiro compreendemos o rosto, depois identificamos as regiões que precisam de mudanças e então decidimos com que tratamento realizá-las.
01
ANÁLISE FACIAL
Analisamos as características anatômicas do seu rosto, utilizando medidas e proporções. Mais do que avaliar cada estrutura isoladamente, procuramos entender como elas se relacionam e contribuem para a aparência do conjunto.
02
IDENTIFICAR REGIÕES QUE PRECISAM DE CORREÇÃO
Relacionamos a análise facial aos seus objetivos para identificar quais características podem contribuir para determinada impressão. Avaliamos o que preservar, o que modificar e como cada mudança pode repercutir na aparência do conjunto.
03
ESCOLHA DOS
TRATAMENTOS
Um nariz precisa de rinoplastia ou pode ser tratado com rinomodelação?
Em um rosto com o queixo retraído, aumentar os lábios melhora a proporção ou acentua o desequilíbrio?
Para suavizar uma aparência cansada, é melhor reposicionar as maçãs do rosto ou preencher as olheiras?
Cada técnica tem indicações, possibilidades e limites. A escolha considera não apenas a estrutura que será tratada, mas como a mudança poderá modificar a aparência do rosto como um todo.
E COMO ISSO FUNCIONA NA PRÁTICA?
Você já conhece o raciocínio por trás do nosso trabalho. Mas como essas etapas acontecem durante uma avaliação facial?