NOSSA JORNADA NA AVALIAÇÃO
Sua consulta
1
O que você busca?
O PONTO DE PARTIDA DA CONSULTA
Você pode chegar com uma queixa, com um resultado que gostaria de alcançar ou já pensando em um procedimento ou aparelho específico. Esse primeiro momento é para entender o que você busca e definir o objetivo que vai orientar toda a avaliação.
3
O que seu rosto comunica antes mesmo de dizer uma palavra?
VOCÊ TEM "CARA DE" QUÊ?
Antes de procurar alterações ou pensar em procedimentos, observamos o conjunto. Que impressão o seu rosto transmite em repouso? Parece cansado, triste, bravo, jovem, forte ou delicado? Primeiro identificamos o que se percebe. Depois investigamos o porquê.
2
Ver o rosto além do espelho
FOTOGRAFAR
Faremos fotos do seu rosto em diferentes ângulos. Vamos analisar essas fotos juntos, para que você possa ver seu rosto de vários ângulos — já que, no espelho, quase sempre nos vemos apenas de frente.
7
Identidade
O QUE DEVE SER PRESERVADO?
Nem tudo o que pode ser modificado deve ser modificado.
Algumas características fazem parte da singularidade e da identidade daquele rosto.
O objetivo não é aproximar todos os rostos de um mesmo padrão, mas melhorar relações sem apagar aquilo que torna cada pessoa reconhecível como ela mesma.
6
Impacto no conjunto
O QUE MUDA NO TODO AO MODIFICAR UMA PARTE
Encontrar uma alteração não significa que ela seja um problema — nem que deva ser tratada.
A pergunta passa a ser: Se eu modificar esta estrutura, o que acontece com o conjunto? Projetar o queixo para frente, por exemplo, pode fazer o nariz parecer menor.
É aqui que avaliamos quais mudanças realmente fazem diferença para o rosto como um todo.
5
Causas
O QUE EXPLICA A IMPRESSÃO INICIAL QUE ESTE ROSTO CAUSA?
A causa pode estar em uma única estrutura, na combinação de várias delas ou na relação entre diferentes áreas do rosto. É nesse momento que conectamos os achados estruturais à percepção inicial e entendemos o que está produzindo aquela primeira impressão.
4
Áreas, estruturas e suas relações
MEDIDAS E ANÁLISE DAS PROPORÇÕES
Em cada região, avaliamos as estruturas, suas formas, posições, comprimentos, larguras, projeções, ângulos e volumes, além das relações entre elas. As medidas e proporções nos ajudam a identificar quais relações podem estar contribuindo para aquilo que percebemos no primeiro olhar.


8
O que mudar e como tratar
SÓ ENTÃO CHEGAMOS AO PROCEDIMENTO
Só depois de percorrer todas essas etapas definimos o que realmente queremos mudar. O objetivo pode ser melhorar uma proporção, rejuvenescer ou modificar uma impressão que o rosto transmite mesmo em repouso. Só então escolhemos como tratar — a técnica, a região ou regiões e a intensidade do tratamento. O procedimento é a última decisão da análise, não a primeira.
